Tuesday, February 17, 2015
Monday, February 16, 2015
Thursday, February 12, 2015
Sunday, February 08, 2015
Friday, February 06, 2015
Tuesday, February 03, 2015
Sunday, February 01, 2015
Friday, January 30, 2015
Wednesday, January 28, 2015
Sunday, January 25, 2015
Tuesday, January 20, 2015
Mar
A tua música era um mar, era o mar das tuas emoções, os musicos, eram cantores em melodias de peixes das tuas aventuras, sendo interpretes casuais dos teus sonhos
Todo aquele mar eram apenas as tuas cançoes, e as mulheres sentadas apreciavam transformadas em musas apenas através da música, enquanto todos os homens que ouviam pareciam inspirados só de te ouvir tocar, todos eles almejavam alcançar aquele mar que a todos envolvia, pelo menos com as palavras.
Dentre elas, eu, a mais perdida, a perdida que querias encontrar, não fosse o tempo confundir.
Esse tempo que ora faz, sol, ora chove, que nos troca a todos numa enganada sinfonia.
Não fosse ser o tempo, esse palco, o tempo era como aquele palco que nos separava,
Sendo eu tão jovem, desfeita em criança assustada e tu, como um jovem preso em corpo velho,
Em alma humilde de quem sabe ser jovem por amor.
Senti-me a navegar, enquanto ouvia, fui ao concerto só para encontrar-me contigo a sós
Queria ver a sós a tua alma.
Sendo mesmo apenas alma que encontrei, foi a tua alma que a mim mesma invadiu desde a primeira vez que te vi. E foi real a promessa que me fizeste de que não há realmente tempo nem espaço,
vi que tudo o que há, é apenas vida num momento apreciado.
Ficou-me o peito a doer, desconsolado, deslumbrado do teu carinho por mim.
Nós em almas tão perdidas entre tempos tão errados.
Posso sim, amar-te em outra dimensão, nessa dimensão real sem tempo nem espaço nem direção.
Por que neste tempo nenhum amor nos restaria mesmo que fosses tão jovem quanto eu.
Posso ainda amar-te como criança que ama por maravilhas, reduzindo-me a melhor tonalidade de mim.
Sendo miragem dum mundo além deste mundo, amo-te muito, mais do que uma mulher poderia amar, sendo a amizade a nossa, uma amizade igual pois sou tão carente quanto tu.
Tu por teres tanto de mar e eu por ter tanto de sonhar.
Todo aquele mar eram apenas as tuas cançoes, e as mulheres sentadas apreciavam transformadas em musas apenas através da música, enquanto todos os homens que ouviam pareciam inspirados só de te ouvir tocar, todos eles almejavam alcançar aquele mar que a todos envolvia, pelo menos com as palavras.
Dentre elas, eu, a mais perdida, a perdida que querias encontrar, não fosse o tempo confundir.
Esse tempo que ora faz, sol, ora chove, que nos troca a todos numa enganada sinfonia.
Não fosse ser o tempo, esse palco, o tempo era como aquele palco que nos separava,
Sendo eu tão jovem, desfeita em criança assustada e tu, como um jovem preso em corpo velho,
Em alma humilde de quem sabe ser jovem por amor.
Senti-me a navegar, enquanto ouvia, fui ao concerto só para encontrar-me contigo a sós
Queria ver a sós a tua alma.
Sendo mesmo apenas alma que encontrei, foi a tua alma que a mim mesma invadiu desde a primeira vez que te vi. E foi real a promessa que me fizeste de que não há realmente tempo nem espaço,
vi que tudo o que há, é apenas vida num momento apreciado.
Ficou-me o peito a doer, desconsolado, deslumbrado do teu carinho por mim.
Nós em almas tão perdidas entre tempos tão errados.
Posso sim, amar-te em outra dimensão, nessa dimensão real sem tempo nem espaço nem direção.
Por que neste tempo nenhum amor nos restaria mesmo que fosses tão jovem quanto eu.
Posso ainda amar-te como criança que ama por maravilhas, reduzindo-me a melhor tonalidade de mim.
Sendo miragem dum mundo além deste mundo, amo-te muito, mais do que uma mulher poderia amar, sendo a amizade a nossa, uma amizade igual pois sou tão carente quanto tu.
Tu por teres tanto de mar e eu por ter tanto de sonhar.
Monday, January 19, 2015
Monday, January 12, 2015
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